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FMM Sines premiado pelo programa e impacto no turismo

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17 Março 2017

O FMM Sines - Festival Músicas do Mundo venceu o prémio de festival com melhor programa cultural realizado na Península Ibérica em 2016. O galardão foi anunciado ontem em Barcelona, na cerimónia de entrega de prémios da segunda edição dos Iberian Festival Awards, promovidos pela APORFEST - Associação Portuguesa de Festivais de Música.

Além do prémio de melhor programa cultural de Portugal e Espanha, o FMM Sines foi reconhecido com o prémio de melhor promoção turística em Portugal e com o prémio de melhor grande festival português.

Os prémios para a qualidade do programa do festival e para o seu impacto no turismo foram atribuídos por um painel de jurados. O prémio de melhor grande festival português foi decidido pelos votos do público.

Estiveram em Barcelona para receber os prémios o presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas, e o diretor artístico e de produção do festival, Carlos Seixas.

Em duas edições dos Iberian Festival Awards, Sines acumula seis distinções. Em 2016 (prémios referentes à edição de 2015), venceu a categoria de melhor alinhamento artístico (Portugal e Espanha), de melhor programa cultural (Portugal) e de melhor grande festival português.

A 19.ª edição do FMM Sines - Festival Músicas do Mundo realiza-se de 21 a 29 de julho de 2017 em Porto Covo e Sines e os primeiros 26 concertos do seu alinhamento já foram revelados em www.fmmsines.pt.

Organizado pela Câmara Municipal de Sines desde 1999, o FMM Sines é um festival aberto a todas as músicas: de raiz tradicional, urbanas, alternativas, experimentais e de cruzamento.

Mais do que um festival de “world music”, é um festival que procura as músicas do mundo reais como são feitas e vividas no nosso tempo: músicas miscigenadas, marcadas pelos contactos entre artistas de origens geográficas e culturais diferentes, devedoras dos movimentos de ideias e pessoas que definem a contemporaneidade.

O principal objetivo é transcender a perspetiva etnocêntrica que domina a oferta “mainstream” e promover a liberdade e a igualdade na circulação artística.

Foto (c) APORFEST